"Com direitos somos humanos por inteiro"
Nova reunião com concursados da SEJUS
16/07 - Por iniciativa de Erika Kokay, foi realizada no último dia 6 nova reunião para discutir a situação dos concursados da SEJUS com autoridades do GDF. Nomeações começam em 19 de julho e vão até setembro, segundo informou SEJUS.
Perfil
Agenda
Projetos de Lei
Artigos
Galeria de fotos
Vídeos
Imprensa
Documentos
Links
Cadastre-se
Fale Conosco
 
Artigos
FEZ-SE JUSTIÇA: Eurides Brito foi cassada
Distritais seguiram parecer de Erika na Comissão de Ética e cassaram o mandato de Eurides Brito, que tornou-se inelegível pelos próximos oito anos.
Ética na política é uma exigência
Em artigo, Erika repudia corrupção na política do DF e defende apuração rigorosa.
 
 • Imprimir  • Enviar  • Voltar
Envie essa matéria por e-mail:
Seu nome: Destinatário:
14/01/2010
NOTA DE PESAR

Ao lamentar essa catástrofe, os deputados do PT registram com profundo pesar a morte da pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa. Ela também era representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Saúde, além de integrar o Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

 

Zilda foi um ser humano ímpar, que dedicou-se diuturnamente a salvar vidas mundo afora. Por sua trajetória incansável, inclusive em prol dos moradores do Distrito Federal, ela recebeu desta Casa Legislativa em 2004 o título de Cidadã Honorária de Brasília. Em 2006, foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

 

Aos 75 anos, morreu trabalhando. Zilda Arns estava em missão no Haiti. Participaria de um encontro missionário e estava hospedada na sede episcopal. Tudo para levar àquele país a metodologia inovadora e pioneira que desenvolveu na Pastoral da Criança de atendimento e combate à desnutrição e à mortalidade infantil.

 

O Brasil e o mundo perdem com o falecimento de Zilda Arns. Mas, fundamentalmente, perdem nossos meninos e meninas.

 

Zilda, como todos (as) que exercem a condição essencialmente humana de sentir o outro, na alegria e na tristeza, como se fosse a si mesmo, tem a condição da imortalidade. E, com certeza, ficará através de todos (as) que aprenderam a significar a beleza da vida a partir de suas atitudes. Zilda nunca invisibilizou as crianças vendo apenas as violações que as vitimizaram. Por isso, vai Zilda. Mas ela estará presente em todos os momentos em que as crianças sejam plenas e simplesmente crianças.

 

 

 

Erika Kokay

Deputada Distrital e líder da Bancada do PT na Câmara Legislativa do Distrito Federal

 
 • Imprimir  • Enviar  • Voltar
Envie essa matéria por e-mail:
Seu nome: Destinatário:
barra barra barra