"Com direitos somos humanos por inteiro"
Nova reunião com concursados da SEJUS
16/07 - Por iniciativa de Erika Kokay, foi realizada no último dia 6 nova reunião para discutir a situação dos concursados da SEJUS com autoridades do GDF. Nomeações começam em 19 de julho e vão até setembro, segundo informou SEJUS.
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FEZ-SE JUSTIÇA: Eurides Brito foi cassada
Distritais seguiram parecer de Erika na Comissão de Ética e cassaram o mandato de Eurides Brito, que tornou-se inelegível pelos próximos oito anos.
Ética na política é uma exigência
Em artigo, Erika repudia corrupção na política do DF e defende apuração rigorosa.
 
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09/03/2010
Outra denúncia de mensalão

De O Globo: Uma denúncia de 2003 do Ministério Público Federal (MPF), a que a GloboNews teve acesso, mostra que um esquema semelhante ao mensalão do DEM de Brasília também foi instalado no período em que Joaquim Roriz esteve à frente do governo do Distrito Federal. Segundo o documento, Roriz usava de forma “reiterada, sistemática e permanente” recursos públicos na campanha eleitoral.

Segundo o MPF, o governo Roriz contratava empresas e repassava recursos para os pagamentos de serviços que nunca seriam feitos. Depois, as empresas assumiam os gastos do comitê de campanha do então governador que concorria à reeleição.

Na denúncia, são citadas ainda duas empresas suspeitas de participação no mensalão do DEM, a Adler e a Linknet. Entre os envolvidos no esquema, também está o nome do ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, principal testemunha do escândalo do governo de José Roberto Arruda.

O dono da Linknet não quis falar sobre o assunto. Everardo Ribeiro, advogado de Durval Barbosa, alegou que a Justiça já o absolveu. Já o assessor de imprensa de Roriz, Paulo Fona, afirmou que não houve uso de recursos públicos na campanha. A empresa Adler não foi encontrada para comentar o assunto.

Em novembro 2003, O GLOBO publicou reportagem mostrando a denúncia do MPF. Na época, estimava-se que o então governador teria desviado US$ 28 milhões para a campanha. No mesmo ano, a ação penal foi desmembrada. Os processos contra a maioria dos denunciados foram para a Justiça comum e estão parados. Já o processo contra Roriz foi encaminhado para o Superior Tribunal de Justiça porque ele tinha foro privilegiado por ser governador na época. A ação, porém, não andou porque a Câmara Legislativa do DF não deu a autorização para a Justiça processá-lo.

 
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