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Nova reunião com concursados da SEJUS
16/07 - Por iniciativa de Erika Kokay, foi realizada no último dia 6 nova reunião para discutir a situação dos concursados da SEJUS com autoridades do GDF. Nomeações começam em 19 de julho e vão até setembro, segundo informou SEJUS.
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FEZ-SE JUSTIÇA: Eurides Brito foi cassada
Distritais seguiram parecer de Erika na Comissão de Ética e cassaram o mandato de Eurides Brito, que tornou-se inelegível pelos próximos oito anos.
Ética na política é uma exigência
Em artigo, Erika repudia corrupção na política do DF e defende apuração rigorosa.
 
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09/03/2010
Novidades na CPI

A Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar as denúncias de corrupção no GDF reuniu-se nesta segunda-feira, 8 de março, e elegeu seus novos presidente e relator. Os trabalhos serão comandados por Eliana Pedrosa (DEM) e relatados pelo petista Paulo Tadeu. Ela declarou que pretende concluir todas as investigações em 90 dias, “para que a CPI não se confunda com a campanha eleitoral”. Tadeu, por sua vez, pretende apresentar novo roteiro de trabalho já na quarta-feira. A expectativa do grupo é de que a primeira oitiva seja justamente do delator do esquema: o ex-secretário de Relações Institucionais do GDF, Durval Barbosa.

No último dia 3, em reunião que durou cerca de meia hora, os membros da CPI aprovaram requerimento de Paulo Tadeu, requisitando informações à Polícia Civil do DF sobre as Operações Tucunaré e Terabyte. Os deputados também aprovaram pedidos de prorrogação de prazo de outros órgãos, aos quais a CPI solicitou informações, entre eles a Fundação de Apoio à Pesquisa.

(Com informações da Coordenadoria de Comunicação Social da CLDF)

 


Para saber mais

A seguir, detalhes sobre as investigações da Polícia Civil relacionadas a esquemas de corrupção envolvendo, de alguma forma, pessoas ligadas ao GDF:

 

Tellus: Teve início na Divisão Especial de Crimes contra a Administração Pública (Decap) para investigar cobrança de propina para liberação de lotes do Pró-DF. Houve escutas telefônicas e envolveu pessoas da confiança do então vice-governador Paulo Octávio, lotadas na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Depois ficou sob a responsabilidade apenas de promotores da área de combate ao crime organizado no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

 

Aquarela: Foi uma das mais bem-sucedidas investigações durante o atual governo. De responsabilidade do Ministério Público, em parceria com a Divisão Especial de Combate ao Crime Organizado (Deco), investigou em 2007 desvios de recursos do Banco de Brasília (BRB) e lavagem de dinheiro, envolvendo o ex-presidente da instituição, Tarcísio Franklim de Moura, e Juarez Cançado, então coordenador-geral da Associação Nacional dos Bancos (Asbace). Na operação, eles foram presos e já respondem a várias ações penais e de improbidade administrativa.

 

Tucunaré: A investigação que teve origem na Decap da Polícia Civil do DF apurava esquemas de lavagem de dinheiro por meio de doleiros. Utilizando interceptações telefônicas, a operação flagrou conversas do policial civil aposentado Marcelo Toledo com o doleiro Fayed Trabously. Toledo é aliado de Arruda e de Paulo Octávio e foi procurado por Durval Barbosa para confirmar denúncias em delação premiada. Ele é investigado também na Operação Caixa de Pandora porque foi filmado por Durval entregando dinheiro a Omézio Pontes, o ex-assessor de imprensa de Arruda.

 

Garatusa: Em outubro passado, a Polícia Civil prendeu 23 acusados de fraudar serviços do Detran-DF, como venda de carteiras de motorista, falsas vistorias de veículos e cancelamentos de multas e de pontos na carteira de habilitação. Havia a suspeita de participação de um policial civil, mas essa parte da investigação não chegou a ser confirmada. As diligências também ficaram a cargo da Divisão de Atividades Especiais (Depate).

 

Terabyte: Um dos desdobramentos da Operação Megabyte, que cumpriu em 2008 mandados de busca e apreensão na casa do então secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, a Terabyte vasculhou escritórios de empresas de informática no ano passado, para apurar esquema de desvio de recursos públicos de contratos de prestação de serviço com o GDF e lavagem de dinheiro.

(Fonte: Correio Brazilienze)

 
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