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06/03/2012
Candidatos gays concorrem até por partidos conservadores

Se em 2008 foram 80 candidatos LGBT a vereador, este ano o número chega a 110. E muitos deles, acredite, conseguiram abrigo em legendas conservadoras como PSDC (democrata cristão) e PR (do senador homofóbico Magno Malta).

À reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo”, os candidatos relatam que, dependendo da cidade, os partidos são menos rígidos. “O partido não tem nada a ver com minha plataforma, mas, no meu município, é aberto, eclético e eu faço parte do diretório municipal”, diz o transexual Syllvio Luccio Nóbrega, que concorre a uma vaga na Câmara de Pacatuba (CE) pelo PSDC.

A travesti Moa Sélia, que disputa o terceiro mandato por Nova Venécia (ES) preside o PR municipal e tem um bom relacionamento até com Magno Malta. “Ele elogia minha atuação, já me visitou aqui na cidade. Acho que um dia ele vai entender melhor o nosso movimento”, diz a vereadora.

A questão LGBT faz parte da bandeira de todos, mas ela não se resume a isso.  A travesti Sharlene Rosa, que concorre a uma vaga em Duque da Caxias (RJ) pelo PT também levanta a bandeira da geração do emprego.

“Sou do movimento LGBT e também combato o preconceito em geral, contra o idoso, o deficiente. No caso do emprego, quero dar atenção à população que está na prostituição mas gostaria de seguir outro caminho”, diz Sharlene ao Estadão.

Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), resume as plataformas políticas arco-íris. “Não basta ser LGBT para a gente votar. A pessoa deve ter um histórico de luta e também propostas. Orientação sexual não é pauta política.”

* Matéria extraída do site ParouTudo

 
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