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Cláudio Maciel
Erika é homenageada por servidores públicos
03/02 - A deputada recebeu o título Amiga da Carreira de Atividades do Meio Ambiente do IBRAM por seu trabalho na luta por melhores condições de trabalhos dos servidores do órgão.
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Agora é Federal

Erika Kokay foi eleita com 72.651 mil para Deputada Federal nas eleições de 2010. Fez uma Campanha pautada na promoção dos direitos humanos e no irrestrito apoio às lutas dos movimentos sociais do DF. Teve o apoio de inúmeras categorias de trabalhadores da cidade.

Na Câmara dos Deputados, Erika Kokay é membra das Comissões de Direitos Humanos, de Reforma Política e de Seguridade Social e Família. A bandeira da reforma política e o recorte de gênero nesta é central nas ações de seu mandato nesta Casa. Com a missão de legislar, agora em âmbito Federal, Erika continuará travando lutas pela promoção e defesa dos direitos humanos de todos os cidadãos do Distrito Federal.

A Deputada Distrital

Eleita com expressiva votação, Erika Kokay caracterizou seu mandato pela oposição intransigente ao governo Roriz. Erika esteve presente na luta contra a corrupção, os bingos, o abandono da Saúde Pública, a utilização indevida do BRB e outras ações pela moralização do GDF. Em 2003 tornou-se membra da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, onde permaneceu durante os seus dois mandatos na Casa. Erika esteve à frente na luta contra qualquer tipo de discriminação, em defesa mulher, da criança e do adolescente, pelo aperfeiçoamento do sistema prisional, pelo aumento da segurança bancária e na luta anti-manicomial, por um tratamento digno para os portadores de doença mental.

Sempre reafirmando a célebre frase que ‘a pobreza é tão degradante quanto a tortura’, a Deputada sempre empenhou-se em garantir a indivisibilidade dos direitos humanos no âmbito da políticas públicas. O caráter integral dos direitos humanos sempre foi o norte de seu mandato. Para Erika Kokay o exercício pleno da Cidadania será de fato garantido, quando os governantes de seu país forem capazes de garantir os direitos humanos de todos os seus cidadãos. Segundo a Deputada, o direito ao trabalho, à saúde pública, à educação, à livre orientação sexual, são todos faces da mesma moeda, reforçando que os direitos humanos são indivisíveis e indissociáveis.

Após um ano como membra da Comissão de Direitos Humanos, tornou-se presidenta. Em 2004 presidiu a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Legislativa, na busca para montar uma rede de interlocutores que trabalhassem no sentido de conscientizar a sociedade sobre seus direitos enquanto consumidores. Realizou blitz em supermercados com o confisco de mercadorias estragadas e incentivou a comissão produzir diversos materiais para a conscientização dos consumidores sobre seus diretos, com o apoio de entidades da sociedade civil.

Ao mesmo tempo, empenhou-se a favor da ética na política, tendo papel de destaque na cassação do ex-deputado Carlos Xavier e no episódio Benício Tavares, acusado de exploração sexual de adolescentes e inocentado pela bancada governista do DF. Segundo Erika, essa decisão cobriu com o manto da impunidade a Câmara Legislativa.
No final de 2004, Erika foi eleita líder do Partido dos Trabalhadores.

Durante o ano de 2005, como líder do PT, veio se destacando pelas denúncias e críticas feitas à condução das políticas sociais no GDF. Erika sucessivas vezes clamou em tribuna que a má condução do então governo do DF na área social, comprometia o futuro de inúmeras crianças e adolescentes da cidade, tornando-as vítimas do crime e das drogas.

Foi reeleita presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa e articulou a oposição contra a utilização de recursos das empresas públicas do DF em Corumbá IV; desarticulou o esquema escravista na Fazenda Tamanduá, no Gama; combateu a exploração sexual infantil e de adolescentes; denunciou as péssimas condições das escolas públicas; o sistema prisional do DF e apoiou a campanha salarial dos bancários e demais lutas dos trabalhadores.

Em 2009, final de seu mandato veio a público a operação da Polícia Federal “Caixa de Pandora”. A atuação de Érika na CLDF foi fundamental para desbaratar o chamado “mensalão do DEM”. Erika Kokay foi relatora do processo por quebra de decoro parlamentar contra Eurides Brito na Comissão de Ética da CLDF e representou pela perda de mandato da investigada.

Assista a história dessa mulher

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